Posts Tagged ‘amor’

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Não tenha Medo…

setembro 21, 2011

Que você possa escrever uma bela história de amor.

E, se escrever, não tenha medo de falhar.

E, se falhar, não tenha medo de chorar.

E, se Chorar, não tenha medo de suas lágrimas.

Repense sua vida, mas não desista.

Não cobre demais de si nem do outro.

Dê sempre uma chance para si mesma.

Augusto Cury
Mulheres Inteligentes, Relações Saudáveis

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L’amour

setembro 6, 2009

Eu acredito no Amor. Mesmo achando que esse seja para mim um  popular desconhecido.

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Aguardem!! Novos post todos os domingos.

Contos, Crônicas e o que passar pela minha cabecinha, atualmente muito ocupada.

Um beijo da Mira

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Sobre Loucos e seus Amores

junho 25, 2009

Trecho de “Uma Mente Inquieta” de Kay Jamison

“Nenhuma quantidade de amor pode curar a loucura ou iluminar nossas melancolias profundas. […] A loucura, por outro lado, sem a menor dúvida e com frequência consegue destruir o amor através da desconfiança, do seu pessimismo implacável, das suas insatisfações, do comportamento imprevisível e, especialmente, dos seus estados irracionais”.

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Agora um diálogo ilustrativo…

– Oi Amor… Amor? O que você está fazendo?

– Ah, oi.

– Lúcia?

– Silêncio!!

– Por que? O que você está fazendo?

– Estou escrevendo um texto.  Um texto lindo. Perfeito. Agora fica quieto senão as palavras vão se assustar e fugir do papel e depois vou ficar horas igual galinha procurando milho. Por falar em galinhas, você sabia que elas são canibais? Descobri isso hoje. Mas não é de propósito. Elas nem sabem que são. Coitadas.

– O que você está escrevendo? É sobre as galinhas?

– Galinhas, que galinhas? Eu estou escrevendo sobre um avião. Galinhas não podem voar. Eu quero coisas que voem.  Posso escrever sobre um pato.  Não, patos não. São muito patetas. Eu quero mesmo é um aviãzinho de papel. Eu gostava tanto quando era criança. Meu irmão vivia tacando uns em mim enquanto estudávamos na sala de casa. Nosso pai fingia que não via para num precisar brigar com a gente, mas a gente sabia que lá de longe ele estava rindo. Eu fingia que ficava com raiva, senão num tinha graça a brincadeira.

– Posso ver o que você escreveu?

-Toma essa porcaria logo de uma vez.

– Eu não entendo nada. Aqui só tem um monte de números.

– Claro, está criptografado. Eu não confio em você, você me trai. Todo mundo é traidor. Não se pode confiar em ninguém.

– Querida. Sou eu. Eu não sou traidor. Você sabe que eu te amo. Eu nunca faria isso.

– Ah.. é verdade, os burros amantes… Entregam-se e estragam-se.

– Lê para mim o que está escrito?

– Não sabe ler?

– Eu já disse, não consigo, está criptografado.

– Isso não é criptografia. É hieróglifo.

– Mas querida, são números.

– Você pensa que são números, mas eles sabem que são hieróglifos

– Eles? Eles quem?

– Oras, não é óbvio?  Os mosquitos.

– Eles não estão aqui agora. Você pode ler para mim?

– Claro que sim. Eu te amo. Eu faço o que você quiser. Deixe me ver:

Ah, claro: “Derrubei a tinta branca sobre o papel azul. De repente, tudo ficou laranja e escorreguei. Os calos nas mãos não tinham mais graça nenhuma. Esqueci a brincadeira e plantei bananeira. Ou seria amoreira?”.

– Querida, não era sobre avião?

– E é. Não está óbvio? O avião caiu.

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Opiniões, Análises, pitacos e críticas serão muito bem vindos. Contribua, esse é um post interativo.  Ele continua com a visão, e principalmente, com as palavras de vocês.

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Sobre Retas Paralelas – A Geometria do Amor

junho 18, 2009

Todo mundo, um dia, já ouviu falar que as retas paralelas se cruzam no infinito. Eu inclusive, já acreditei nisso. Sempre usavam como exemplo as viagens que fazemos por rodovias retas. Lá na frente, parece mesmo que elas vão se cruzar, mesmo sabendo que viajando de São Paulo para Goiás, podemos dormir por horas no carro e estaremos perfeitamente seguros, como estávamos antes de cochilar.

Retas paralelas têm a mesma inclinação e podemos passar uma reta perpendicular as duas ao mesmo tempo. Não sei se essa é a definição exata de retas paralelas, mas isso já basta para que você me compreenda.

Quero falar de pessoas e de inclinações. Você, com certeza já ouviu máximas como “dois bicudos não se bicam” e sua mãe já deve ter te dado conselhos sobre procurar uma pessoa que é diferente de você usando aquele velho argumento de que um deve completar o outro e que se você e o seu parceiro fossem muito parecidos a vida seria monótona, sem emoção. Acontece que, teimosos como somos, insistimos em procurar aqueles que mais combinam com o nosso perfil, que goste das mesmas coisas, e acreditamos fortemente que um dia iremos encontrar.  Ou seja, procuramos pessoas com a mesma inclinação e insistimos que mesmo que demore, um dia vamos “cruzar” com uma delas por aí. Se você pensa assim, sinto muito, mas tenho uma péssima notícia: A geometria proíbe.

Quê? O que a geometria tem a ver com a minha vida?

Calma, calma. Eu explico.

Imaginemos que em um determinado ponto no espaço, as retas se cruzam. Você finalmente encontrou quem procurava. Portanto, há um ângulo maior que zero, entre vocês. Certo? Peguemos agora, uma reta, aquela que é perpendicular a você e a outra pessoa. Agora, some os ângulos do interior do triângulo formado.

Opa… Como assim? Deu maior que 180 graus.

Pois é, isso é um Absurdo. Logo, não insista. Não vale a pena ficar esperando aquela pessoa que gosta dos mesmos filmes que você, que tem a mesma personalidade e que tem opiniões similares porque simplesmente as coisas não vão dar certo.  Nem que demore muito, nem no infinito, você vai conseguir “cruzar” com essa pessoa, já que, como eu disse, a geometria proíbe.