Archive for the ‘Cultura’ Category

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Não tenha Medo…

setembro 21, 2011

Que você possa escrever uma bela história de amor.

E, se escrever, não tenha medo de falhar.

E, se falhar, não tenha medo de chorar.

E, se Chorar, não tenha medo de suas lágrimas.

Repense sua vida, mas não desista.

Não cobre demais de si nem do outro.

Dê sempre uma chance para si mesma.

Augusto Cury
Mulheres Inteligentes, Relações Saudáveis

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Sonhos e Imagens

setembro 1, 2011

Sonhar é sempre bom. Mas não basta só isso né?  Tudo depende do que faremos a respeito!!

Sem muito falar, vou deixar fotos. Elas representam um pouco de cada um dos sonhos que passam na minha cabecinha a curto, médio e longo prazo.

Ser uma Velhinha Satisfeita

Ter um Pug engraçadinho

Pesquisa...

Aprender a Costurar

Um casamento pequeno e simples no campo

Uma viagem bem diferente

Uma viagem bem diferente

Dispensa comentários...

Todas as fotos fazem parte do Shutterstok, um banco de dados gigantesco onde podemos encontrar todo tipo de imagens quer quisermos. Passo boas horas me divertindo olhando as mais variadas figuras.

Que tal você fazer também uma galeria com os seus sonhos? Clica aqui!

Obs: Uma dica é escrever em inglês na busca do site.

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Brincando com a Lua

agosto 15, 2011

Quem não reparou a grande redonda que nos visitou nas noites dessa semana?

Em homenagem a essa que é tema de grandes apaixonados, paixão dos astrônomos e obsessão do meu pai seguem fotos da série Moon Games do fotógrafo e jornalista científico Laurent Lavender.

Fonte: http://www.pixheaven.net/galerie_us.php?id=22

E como o assunto é lua…

 

 

 

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Crime e Castigo

fevereiro 16, 2011

L&PMDurante a sua doença, sonhou que o mundo todo estava condenado a ser vítima de uma terrível, inaudita e nunca vista praga que, originária das profundidades da Ásia, caíra sobre a Europa. Todos teriam que morrer, exceto alguns, muito poucos, escolhidos. Surgiram novas triquinas, seres microscópicos que se introduziam no corpo das pessoas, mas esses parasitas eram espíritos dotados de inteligência e de vontade. As pessoas que eram atacadas por eles tornavam-se imediatamente loucas. Mas nunca, nunca os homens se consideraram tão inteligentes e perseverantes como se consideravam os que eram atacados pela moléstia. Nunca consideraram mais infalíveis os seus dogma, as suas conclusões científicas, as suas convicções e crenças morais. Aldeias inteiras, cidades e povos inteiros foram contagiados e enlouqueceram. Todos estavam alarmados e não se entendiam uns aos outros, todos pensavam ser os únicos senhores da verdade, e só sofriam ao verem a dos outros, e davam socos no peito, choravam e ficavam de braços caídos. Não sabiam a quem nem como julgar, não conseguiam entrar em acordo sobre o que era bom e o que era mau. Não sabiam a quem acusar nem a quem defender. Agrediam-se mutuamente, impelidos por um ódio insensato. Armavam-se contra os outros em exércitos inteiros, mas os exércitos, uma vez em marcha, começavam de repente a destroçarem a si mesmos, as fileiras se desfaziam, os guerreiros se lançavam uns contra os outros, mordiam-se e devoravam-se entre  si. Nas cidades o alarme tocava o dia inteiro, todos eram chamados, mas quem os chamava e para que os chamavam ninguém sabia e todos andavam assustados. Abandonaram os ofícios maus comuns, porque cada um preconizava a sua idéiam os seus métodos, e não conseguiam chegar a um acordo; a agricultura também foi abandonada. Em alguns lugares, homens reuniam-se em grupos, faziam certas combinações e juravam não se zangarem. Mas começavam imediatamente a fazer uma coisa completamente diferente da que tinham acabado de combinar, acusavam-se mutuamente, brigavam e se degolavam. Houve incêndios, fome. Tudo e todos se perderam. E essa tal peste crescia e cada vez avançava mais. Somente alguns homens conseguiram se salvar em todo mundo, homens puros e escolhidos, destinados a dar início a uma nova linguagem humana e a uma nova vida, a renovar e a purificar a terra, mas ninguém via esses seres em parte alguma, ninguém ouvia a sua palavra e a sua voz.

Fragmento de Crime e Castigo, de Dostoiévski (1866)

Alguma relação seria apenas coincidência?

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L’amour

setembro 6, 2009

Eu acredito no Amor. Mesmo achando que esse seja para mim um  popular desconhecido.

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Aguardem!! Novos post todos os domingos.

Contos, Crônicas e o que passar pela minha cabecinha, atualmente muito ocupada.

Um beijo da Mira

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Nada é maravilhoso demais para ser verdade

maio 27, 2009

Ele nasceu em 22 de setembro de 1791, era pobre e filho de ferreiro. Pouco educado, sabia apenas ler, escrever e fazer alguns cálculos simples. Foi trabalhar encadernando livros aos 13 anos. Logo começou a devorar tudo que podia ler. Os estudos sobre química eram os que mais chamavam sua atenção.

Quando tinha 20 anos participou de uma conferência com um famoso químico inglês da Royal Society e tomou notas. Mais tarde, enviou essas notas para o químico e foi nomeado ajudante de laboratório.  

O progresso desse jovem foi incrível. Trabalhar na Royal Institution mesmo sem uma educação de qualidade e se destacar ainda tão jovem?  No entanto, estou falando de Faraday. Essa foi apenas a primeira proeza desse experimental e analítico por natureza.

Deu inicio à sua carreira com trabalhos em química, mas cedo se interessou pela eletricidade, campo em que mais se destacou.  Foi responsável pelas leis da eletrólise e ainda realizou trabalhos em ótica.

Sua vida é um exemplo de dedicação à ciência e ao conhecimento. Nunca abandou sua simplicidade e recusou inclusive convites para presidente da Royal Society para manter a sua vida experimental. 

Contam que ele era muito sociável e gostava de transmitir seus conhecimentos principalmente para a juventude.

Juntamente com suas grandes contribuições para a ciência, Faraday nos deixou um pensamento:

“Nada é maravilhoso demais para ser verdade”

Essa frase está escrita no prédio do departamento de física da UCLA.

Podemos pensar agora sobre as implicações dessa frase, analisando o progresso de Faraday na ciência. Obviamente você deve estar pensando que Faraday não seria descuidado a tal ponto de afirmar isso tão enfaticamente. De fato, a frase não termina aí, ela é completada com um grande e muitas vezes omitido SE:  “Se estiver de acordo com as Leis da Natureza”

Ainda assim, essa afirmação me dirige a esferas quase impossíveis de pensamento e gasto um tempo imaginando as possíveis coisas maravilhosas que eu ainda quero ver…

Convido você para o mesmo exercício.